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Quarta-feira, 9 de Novembro de 2011

As vantagens de ter um animal de estimação


Ninguém tem dúvidas que os animais domésticos são grandes companheiros e fazem muito bem a todos (tanto crianças como adultos). No caso dos adultos, principalmente aqueles que vivem sozinhos, os animais são como um membro da família, compensando as necessidades de afecto e atenção que só os animais nos sabem dar. Para as crianças, além de companheiros leais a todas as horas, os animais também servem para ajudar a criança a aprender as coisas do dia-a-dia, pois mostram de forma acelerada as principais fases da vida (nascer, crescer, adoecer, sofrer acidentes, cuidar de si, morrer). Como estas fases são mais aceleradas nos animais a criança acaba por conhece-las através deles. Além disso, os animais ajudam a criança a desenvolver o sentido da responsabilidade, visto que precisam de constantes cuidados.


 


Num estudo feito por Robert Bierer constatou-se que as crianças, principalmente com idade entre os 10 e os 12 anos, que tinham animais possuíam maior empatia e auto-estima. Os animais de estimação também ajudam a diminuir os estados de ansiedade, tédio e medo e desenvolvem uma melhor capacidade de integração e uma melhor concentração na escola. Um factor importante na escolha dum animal de estimação é o facto da pessoa que o adquire ter alergias (como asma, bronquite, etc.). Se assim for, a pessoa deve optar por uma animal que não desencadeie energias, como por exemplo, um aquário com peixes ou uma tartaruga.


 


Outro factor importante é a idade das crianças que irão conviver com o animal. Apesar de cada criança ter o seu próprio ritmo de amadurecimento, a idade apropriada para ter o seu primeiro animal de estimação é a partir dos seis anos. Nesta idade a criança já está familiarizada com a escola, já é mais sociável, possivelmente já compreenderá as suas responsabilidades em relação ao seu animal, ou seja, compreenderá que não o pode maltratar e que deve ter cuidados com a sua higiene e alimentação.


 


Quando um casal já tem um animal de estimação e a mulher engravida, deverá haver treino de adaptação do animal à gravidez e, posteriormente, à chegada do bebé, pois os animais também podem não gostar de partilhar a atenção, podem sentir-se rejeitados, etc. Após o nascimento da criança deve haver sempre um adulto supervisionando as brincadeiras, pois o animal pode morder ou arranhar a criança sem querer principalmente quando esta começa a gatinhar e/ou a andar. Também se deve ter cuidado com a criança em relação ao animal pois ela pode magoar o animal devido ao facto de ainda não ter maturidade para lidar com ele. Os cães são muito brincalhões e adaptam-se facilmente às crianças, mas necessitam de tomar banho uma vez por semana e sair para passear no mínimo uma vez por dia, mesmo que a caminhada seja curta.


 


Por isso deve-se ter em consideração se a pessoa que irá ficar com o animal tem possibilidades de lhe proporcionar o tratamento que precisa. Os gatos têm uma melhor higiene, são praticamente independentes, aprendem sozinhos a usar a caixa de areia, lavam-se diariamente com a língua e isso faz com que apenas precisem de tomar banho uma vez por mês (na altura do banho também dever ser cortadas as unhas e caso não o saiba fazer o melhor é levá-lo a um veterinário). Pode-se então concluir que, apesar do trabalho e da constante atenção que os animais necessitam, somos sempre recompensados, pois eles proporcionam-nos alegria, companhia, lealdade, e muito mais que só os nossos amigos animais sabem dar.


 



Animais domésticos facilitam a comunicação:
Uma pesquisa feita em Paris, na França, revelou que 76% dos entrevistados acreditam que a presença de uma animal doméstico favorece a comunicação entre os membros de uma família. Um grupo de 60 crianças foi observado e conclui-se que 63% delas possuíam animais de companhia como: cão, gato, pássaro, peixe ou tartaruga. Os resultados da pesquisa confirmam a importância desses animais no desenvolvimento da afectividade de crianças e adolescentes. O facto do animal estar permanentemente disponível para o convívio com os seus jovens donos aparece na pesquisa como uma factor-chave para o relacionamento entre os familiares e também torna os animais domésticos, uma presença de grande importância nos lares.


 


Como combater o abandono de animais:
Existe, pelo menos, um milhão de animais abandonados em Portugal. O problema agrava-se de ano para ano pois também se torna mais difícil a adopção destes animais. As autarquias e as associações não-governamentais têm feito campanhas a alertar esta questão e para incentivar o amor pelos animais. Mas “pelo andar da carruagem” o número de animais abandonados ainda não é suficiente para sensibilizar as pessoas. Quando o nosso pai fica doente chama-se o 112 ou simplesmente levamo-lo às urgências ou, se não for grave, marca-se uma consulta médica. Pagam-se as taxas moderadoras e alguns remédios não serão inacessíveis porque temos comparticipação do Estado, para o qual pagamos os nossos impostos. Logo concluímos que, está tudo bem pensado e programado com custos acessíveis porque se trata da nossa saúde. O direito à saúde! E quando um gato ou um cão ficam doentes? Será que o gerente do banco vai ficar sensibilizado quando lhe pedir um empréstimo de 200 ou 300 euros para tratar do meu animais de estimação? Será que a minha família ficará tão sensibilizada que me vão oferecer dinheiro para eu tratar da saúde do meu gato? Será que ficará assim tão caro ao Estado ter meia dúzia de Hospitais Veterinários distribuídos pelas cidades mais importantes? Muitas das pessoas que têm animais ainda estão por civilizar! Muitas nem imaginam que existe a Declaração Universal dos Direitos dos Animais, de se diz, no artigo 6 – alínea 2, de forma muito clara que, o abandono de um animal é um acto cruel e degradante. Combater o abandono dos animais não é fácil. Existem algumas sugestões para quem tem que lidar com donos irresponsáveis, por exemplo, a elaboração de panfletos simples e não dispendiosos que forneçam informações a todas as pessoas que tencionam entregar ou adoptar um animal. Estes panfletos devem mostrar às pessoas o benefício de ter um animal castrado, os custos em alimentação e medicação que qualquer animal precisa, a longevidade do animal, se o animal não for castrado quais as possibilidades de reprodução durante a sua vida natural (números reais), etc. No caso da pessoa, por alguma razão, quiser devolver o animal para abate, deve-se lembrar essa pessoa que o animal não teve culpa e que não pôde escolher um dono responsável e que quem tem a culpa é o próprio dono.


Qualquer animal que escolha, será sempre um grande amigo:
Em anos passados e principalmente na sociedade rural, os animais representavam uma utilidade totalmente ligada ao trabalho, mas actualmente, num mundo urbano cada vez menos “natural”, os animais já não são usados para esta utilidade. Devido às exigências sociais e ao facto de todos vivermos uma vida extremamente stressante, o Homem isola-se a nível emocional através de uma profunda necessidade de comunicação interpessoal. Estes factos causam uma vontade de procurar alivio para a solidão e algo que mantenha vivo o sonho e as lembranças de uma natureza cada vez mais distâncias. Assim, o animal doméstico transforma-se num confidente e amigo cuja compreensão e paciência permite aliviar a ansiedade e as depressões existentes no ser humano. Deste modo podemos provar que:



  • Acariciarmos um animal pode ajudar a relaxar e a baixar a pressão sanguínea;



  • Observar um aquário faz com a pessoa se sinta mais calma (é aconselhado por muitos terapeutas em situações de stress laboral);



  • Os animais de companhia, especialmente os cães, ensinam as crianças a comunicarem melhor e a estabelecerem mais facilmente relacionamentos sociais;



  • Os animais de companhia estimulam o bom humor e o divertimento (numerosos estudos indicam que o bom humor é a melhor ferramenta para combater o stress e aliviar a tensão);



  • Nas pessoas idosas, a companhia dos animais permite reduzir, de forma deslumbrante, o número de visitas ao médico e os riscos de suicídio.


 


Fonte: Bianca



 

publicado por Moda Masculina & LifeStyle às 20:35
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